That’s me! Jay Six! 

nightmare-is-me:

(…)

CLICK. Meu. Amado. Querido. Adorado. Maravilhoso. Generoso. Merlin. Obrigado. Muito. Obrigado. Mesmo. Essa menina é uma… VISÃO. Puta. Merda. Alexei. Estou… SEM AR! E murmurando, é claro. Ela está a poucos centímetros à minha frente, andando com meus pais para a sala de estar majestosa da Mansão Potter, mas… Meu. Merlin. Ela. É. Linda. Sentido Maroto apitando. Total e loucamente. Vai ser um ótimo jantar. CLICK.

PS da Dands: Fiz um pequeno outfit de como o James Sirius está vestido, e ele pode ser visto a partir do link fornecido como “fonte”.

                                   

Ouve uma pequena discussão sobre como iriam, carruagem como nas grandes festas ou no carro (chamado pelo pai da jovem como “veículo trouxa”). Seu pai acreditava inútil discutir, sua mãe não sabia se seria dar muita importância ir com a carruagem e temia que repudiassem o carro. Quando os ouvidos da garota captaram com nitidez o que estava sendo debatido, deu uma leve risada ouvindo o relógio de dentro da casa soar. Estavam atrasados. — Gente, pelo amor de Merlin! Harry fora criado quando pequeno por trouxas! Daonde ele teria preconceito? Claro que vai tirar sarro do pai, por ter sido da casa da Sonserina, Mas só! Entrem no carro, estamos atrasados. — No primeiro timbre de sua voz fora de casa e sorriso espontâneo e sarcástico que seus pais sentiam tanta falta, os dois pararam para ouvi-la e ao terminar, com os olhos bem abertos o casal riu. A alegria e fraternidade voltavam a brotar no coração dos Nott. Tiraram sarro da garota fingindo terem medo do tom imperativo usado pela mesma, entrando no carro ouvira-se mais uma vez uma pequenina ordem da loira, ela explicava sobre o que era e a importância dos cintos de segurança. Durante o trajeto, risos ecoavam por dentro do automóvel, estavam juntos outra vez, Lavínia teria se esquecido como era bom a companhia deles. Chegando na mansão Potter o barulho de saltos era se ouvido de longe, podia sentir ao sair do automóvel e cumprimentar os anfitriões daquela festa o aroma dos perfumes femininos ali dentro, se lembrar do som das taças se colidindo com elegância e suavidade em um brinde, risos e narrações sobre as notícias e o Ministério. Junto as fofocas dos mais novos sobre Hogwarts e as partidas de Quadribol. A Mansão em si não teria mudado muito desde a última e talvez única vez em que visitou uma parte da decoração ali, os tons da parede aqui, sem falar que todos os que seus olhos reconhecia estavam mais velhos, elegantes e belos. — Venham, o resto dos convidados estão no salão. — A cabeça da loira logo se levantou para a direção que Mrs. Potter caminhava conversando com sua mãe, esparava que ali no Salão encontrasse Alice; não via sua melhor amiga há tempos, somente por cartas e pelas invenções dos trouxas. Ouvia no fundo seu pai conversar com Harry Potter, elogiava a estética da mansão e explicava o sumiço tanto de sua família quanto as dos Longbottons. O salão era maior do que se lembrava, pelo jeito deixaram na cor da pintura original do local o que o deixava potencialmente mais bonito. Caminhava atrás de seus pais pelo salão com as mãos segurando sua pequenina bolsa comprada em Paris, sorria para alguns e acenava para outros, singelamente. Fazia anos que não os viam, não possuía nem certeza de se eles a conheciam ou se lembravam dela. Suspirava ainda que envergonhada tentando se acalmar notando cada detalhe do salão. Uma hora sua mãe parou e se virou lhe oferecendo uma taça com um sorriso. — Aceita querida? — A loira afirmou com a cabeça que sim, sorrindo para a mesma e dizendo quase que sem emitir um som. ­Merci. Sua mãe lhe sorriu voltando a conversar com o grupo de bruxas, Lavínia deu o primeiro gole fechando os olhos por alguns segundos. Magnífico. Tinha se esquecido até do gosto das bebidas ali preparadas. Dez minutos se passaram e nada de Alice, suspirou segurando com sua mão esquerda o cotovelo de seu outro braço o qual segurava a bebida. Alice era mais rebelde e decidida que Lavínia. Poderia ter se negado a vir. Se tivesse, o que faria o resto da noite? Esta era a desvantagem em não ter muitos conhecidos presentes ou de sua mesma faixa etária, talvez um garoto que teria visto fosse, mas o ouviu falando sobre sonhar trabalhar no Ministério. Seu estômago revirou. Será que todo mundo nasceu em uma caixinha de carvalho? Seus passos mesmo que delicados como o de uma bailarina, se moveram com agilidade para os fundos onde encontrava um jardim no quintal. Se encostando em uma de suas hastes, a loira tirou de sua bolsa o pequeno veneno trouxa que fora apresentada em Paris. Colocando o cigarro entre seus lábios, com varinha mesmo o acendeu. A noite estava agradável, só esperava encontrar outro motivo além das estrelas para aproveitar.


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the light is you 


That’s me! Jay Six! 

nightmare-is-me:

    

Estou morrendo de sono ainda, mas quem se importa, não é mesmo? Pensei em deixar isso aqui muito bem ligado, apenas para dar um gostinho do que a palavra férias significada para… OPS! Estou em férias ETERNAS! Hahaha! Não que isso seja exatamente ruim, até porque eu posso me dedicar muito mais a ficar dormindo e saindo com garotinhas muggles interessantes. E não me leve a mal quanto a isso também: elas bem que gostam de sair comigo e me acham… Bem… Encantador (risos).

O que eu queria mostrar, Alexei, era que as coisas estão fluindo muito bem. Só que não. Minha irmã está mais entediada do que nunca e ambos sabemos o que isso significa: brigas constantes comigo. Isso não tem relação ao fato de eu ficar escondendo as calcinhas dela, de dar os sutiãs para Dorotéia… Aquele nosso cachorro que só fomos descobrir que era macho quando entendemos os órgãos genitais masculinos e femininos… Bem, ele gostava muito de morder o tecido até o aro de metal sair e ele poder coçar a gengiva de boa… Até Lily descobrir, é claro.

Não preciso comentar como fica o dia-a-dia com Severus, certo? Quando o queridinho do casal Potter está em casa, tudo se volta para ele e seu bem-estar. Bacana isso, não?! NÃO! Pô, eu sou o primogênito! Eu quem deveria receber todas as regalias da casa, segundo tradições patriarcais de outrora da sociedade bruxa. Mas esqueça, eu sei bem que foi melhor jamais sermos todos educados nesses termos vis que Comensais da Morte foram criados. Ah, Alexei, me deixa! Hoje estou a fim de citar coisas antigas. Você sabe como sou, já te mantenho há seis meses.

Não que o Freddy precise saber, é claro. Ele jamais sonharia que eu continuo gravando a minha vida em suas fitas, até porque isso é, claramente, patético e gay. Não que eu tenha algo contra gays, veja bem! Apenas não sou e já sabemos disso há tempos. Além disso, meu avô não era. Muito menos Sirius. Pelo menos eu desconsidero tudo o que ouvi de tia Hermione sobre ter desconfiado de algum grau intimidade entre Sirius e Remus, o pai de Teddy. Enfim… Freddy não precisa saber que mantenho esse hábito de gravar, muito menos o motivo… Só porque eu li nos livros de histórias sobre a família Romanov que cada um mantinha um diário. Aliás, que todos os reis e rainhas, kaisers, czares, ou qualquer outra nomenclatura importante como essas formas de governo absolutista e aristocrata tiver, mantinham, em segredo, diários.

Bem, como eu vou ser grande, um dia, aqui está o meu. E já chega dessa falácia introdutória, certo?! Vamos logo ao que interessa: Hoje os meus pais darão um jantar na Mansão Potter!!! Não que você saiba, porque isso foi há muito, mesmo antes de mim, mesmo antes de meus pais se casarem… Descobriu-se a Mansão Potter quando papai foi trabalhar de auror no Ministério. Lá eles têm uma ficha completa de tudo o que cerca as famílias bruxas, então foi fácil encontrar uma nota sobre o “paradeiro dos Potter”, anexada à ficha criminal de Sirius Black. O endereço estava na parte da história que explicava sua relação com meu avô e essas coisas que todos já sabemos. Meu pai tinha de verificar, de uma vez por todas, que a ficha de Sirius havia sido limpa após sua morte, então imagine a surpresa ao saber da mansão!

Até hoje ele não consegue ir lá sem ter lágrimas aos olhos… E isso é bem sério, porque EU choro toda a vez que entro no quarto de meu avô… Cara, só quimeras e esfinges entenderiam o valor sentimental que aquilo tem pra mim! Para nós todos, claro. Se, algum dia, eu achar um diário de vovô, eu juro que vou surtar feito uma garotinha histérica e imbecil ao encontrar seu ídolo caminhando pela rua. Juro. Aliás, foi lá, no escritório majestoso da Mansão Potter, que eu afanei o Mapa do Maroto de papai. Ele escondeu-o na terceira gaveta da escrivaninha, em meio a fotos e papéis de cartas não usados, acreditando que ali estaria mais seguro do que em nossa própria casa. Tolinho! Eu jamais deixaria de conseguir o Mapa! JAMAIS! Eu tinha de reaver aquilo que era meu por direito! Sem falar que sou xereta e precisava encontrar outras coisas que eu merecia ter que pertenciam ao meu avô.

Enfim… Vamos para lá daqui… Cinco minutos. Meu pai já está gritando-nos para descermos as escadas e unirmo-nos a ele e mamãe no carro. Prepare-se, caríssimo Alexei! Hoje teremos festa em casa, mas na casa que realmente deveríamos habitar, mas papai descartou a possibilidade para vivermos em Londres como pessoas normais. Finalmente algo de interessante nessa minha vida de férias eternas. Todos da família e amigos estarão lá. Se eu conseguir prolongar nossa estadia, sem os mais velhos por lá, será uma maravilha! Imagine: todos aqueles quartos para nos divertirmos e todas aquelas coisas fantásticas que o mundo antigo realmente tem a nos oferecer! Até mais breve, amigo!

O quarto no final do corredor estava mais uma vez ocupado, risadas entre os dois anfitriões da casa voltava a ressoar entre os cômodos. Motivo? Lavínia. A herdeira teria voltado por uma semana, em homenagem ao aniversário de seu pai; depois de sete meses sem vê-los e três horas de viagem. Lá estava, mais uma vez. Claro que teve de aturar o espanto de todos da casa com seu cabelo, maquiagem e novos acessórios trouxas. Temia que seu pai se decepcionasse com seu novo visual e estilo de vida, nas cartas que sua mãe escrevia escondida, contava somente das saudades que ele sentia de sua filha e melancolia; imaginava ser pura chantagem, mas ao ver o homem chorar e abraçá-la como nunca antes.. Descobriu que não era. Tinha se esquecido como era a sensação de estar naquela casa, daqueles cheiros, rostos, decorações, flores no jardim, dentre outras características que ela nunca teria percebido que tocavam seu coração e sentia falta. Entrava novamente em seu quarto, enrolada na toalha teria rido sozinha de como estava organizada e das lembranças que a vieram. Secando seu corpo esguio, resolveu passar pelos seus fios de cabelo que agora eram curtos e platinados. Ouviu o barulho da porta de seu quarto sendo aberta, passos certeiros e agudos, a madeira do piso não podia ser mais exata em lhe dizer que era sua mãe. - Lavínia, que bom. Já tomou banho. Hum, temos um jantar para irmos hoje à noite, na mansão dos Potter. Notei que tem gostado bastante de rendas.. Encontrei este meu vestido de quando eu era jovem. Ele é azul marinho. Bem.. Veja se gosta. - Mrs. Nott lhe sorriu amável e, verificando se não havia mais cheiro de mofo e sim no lugar um cheiro de lavanda, colocou o vestido do lado de sua filha que estava sentada na cama. Movimentos suaves e elegantes, Lavínia sempre amou notar aquilo em sua mãe; uma pena que nasceu estabanada como o pai. Viu a mesma sair de seu quarto lhe mandando um beijo quando estava a passar pela porta. - Obrigada, mãe. - Sorriu ainda surpresa e sem graça para a mesma. Ela ter ficado aquele tempo longe de seus pais, teve seu benefício. Se nunca tivesse saído, provavelmente pelo horário e falta de antecedência de sua mãe avisá-la; teria ficado furiosa e mesmo achando aquele vestido maravilhoso, encontraria um defeito nele com seu corpo dentro. Seu quadril estaria largo, iria parecer gorda, bochechuda, grávida, pálida. Mas pela hostilidade vencida em Paris e suas novas descobertas e experiências, ao vestir o vestido, mesmo sem maquiagem e de cabelo um pouco molhado e bagunçado teria se deslumbrado. Estava contornando seu pequenino corpo perfeitamente, parecia elegante e mesmo não sendo como geralmente se vestia, se sentia como fosse ela mesma; numa versão mais adulta, uma versão que um dia gostaria de ver surgir e assim sentir orgulho de si mesma. Mesmo utilizando como sua nova marca registrada para ‘sociais’ o delineador, tentara suavizar aquela noite; afinal, a última vez que vira todos ainda tinha cabelos longos e castanhos utilizando às vezes óculos de grau. Pegando uma das bolsas-de-mão que comprara no mundo trouxa, estava pronta. Os gritos de cada um avisando que estavam prontos, sua mãe insistindo que a jovem passasse batom, seu pai reclamando que estavam em cima da hora. Estava de volta em casa.



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Cadê todos? Cadê turnos? 

Gente, prometo não demorar tanto para responder, minha gramática é boa até e tentarei ser a mais agradável o possível. Só.. Falem comigo.


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my sweet lavinia 


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